agosto 29, 2015
Mayra Caju Warren

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Relato de Parto: Michael + Mayra = Jonas

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Este é um relato do nascimento do nosso filho, Jonas. É um texto muito pessoal, escrito com a intenção de servir de memória sobre um evento importante da minha vida. Também escrevi para que outras mulheres que estão prestes a ter um filho conheçam a minha experiência. Ler relatos de parto é uma das atividades preferidas de gestantes, por isso estou compartilhando.

Quinta-feira, 13 de agosto

Comecei a sentir que tinha um certo vazamento de um líquido bem clarinho por volta das 9h, depois do banho. Alegria, a bolsa rompeu! Vai começar a jornada do Jonas rumo aos meus braços! O dia passa e não sinto nada além do aguaceiro caindo aos poucos de dentro de mim. Tomo chá, faço caminhada, aproveito para dormir, fico no telefone de papo com a doula, Gabi* e com o obstetra, Pablo**. Os dois me dizem pra esperar, acalmar, guardar energias. Pablo quer me ver com 24 horas do horário que a bolsa rompeu. Amanhã de manhã nos vemos na maternidade. Vou dormir pedindo pro Jonas vir, dizendo a ele que estou pronta pra ser sua mãe, que estamos todos preparados para a chegada dele.

Sexta-feira, 14 de agosto

Desperto às 2h da manhã com dores estranhas. Acordo o Michael e falo pra ele que acho que são uns gases dos quintos dos infernos que tão me apertando! Ele já está acostumado com os meus papos sobre gases e movimentos intestinais durante a gravidez. Daí a pouco sinto de novo a dor. Não são gases. todo mundo falou que quando fosse contração pra valer, eu ia saber. E foi assim que aconteceu. Fomos medindo o tempo entre contrações e as horas foram passando. Meu parto começava na madrugada silenciosa. O dia amanheceu e quando dava, eu descansava entre as contrações, feliz que o Jonas decidiu se manifestar! As contrações vêm devagar, como uma onda mesmo… intensifica-se aos poucos e depois passa. A sensação é indescritível, maravilhosa, abençoada.

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Chegamos à maternidade, tento não perder a concentração, mas as contrações mudam, ficam mais espaçadas. A Gabi e o Pablo estão comigo, a equipe que vai me acompanhar até o Jonas nascer. Sinto-me amparada. Minha mãe reza e manda notícias para a família toda que já se impacienta com essa menina insistindo nesse parto normal. Meu marido se desdobra em palavras de conforto e massagens. Sinto-me amada. Transmito esse amor pro Jonas, que ele venha tranquilo, estamos prontos.

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Nos instalamos no apartamento do hospital. Vou ficar ali até o trabalho de parto engrenar, depois tenho a sala de parto, quando tiver com uns 5 a 6 cm de dilatação. Mas o primeiro exame de toque revela que o colo do útero não dilatou nas oito horas iniciais das contrações. É preciso intensificar, uma vez que a bolsa rota já tem mais de 24 horas. Decidimos induzir o parto com medicamentos. Serão quatro doses, a cada três horas que deverão estimular contrações mais fortes e mais ritmadas para o colo do útero afinar e o bebê descer.

Pablo e Gabi

Pablo e Gabi

O dia vai passando, contrações vão se intensificando mas ainda sem ritmo. Vamos ficando apreensivos. A cada dose percebemos que não teve progresso na dilatação, ainda zero. Me bate a dor de pensar que o parto normal pode não mais acontecer. Faço de tudo para ajudar o processo: posições de cócoras, de quatro, danço, caminho pela maternidade, sento na bola de pilates, tomo ducha quente. A todo momento o Pablo coloca o sonar para ouvir o coração do Jonas que segue tranquilo enquanto eu me concentro para que meu corpo se abra. A Gabi se esmera nas massagens, corre atrás de homeopatias e óleos para passar em mim. De 15 em 15 minutos pinga as gotinhas homeopáticas para engrenar o meu trabalho de parto. A dor não existe, só a vontade de parir.

Chegamos à última dose do medicamento, ainda sem progresso na dilatação. São 22h e precisamos conversar sobre o que fazer. Vem o choro, vem a tristeza com a constatação que não ia ser do jeito que planejamos. Mas me lembro do que disse a Maristela, parteira, médica e amiga que pediu que o universo me mandasse o parto que eu precisava ter. Conversamos com a Gabi, com o Pablo, conversamos só nós dois, eu e Michael. Decidimos que era hora de conhecer o Jonas, que fizemos o que podíamos fazer para ele vir ao mundo da melhor forma possível, e continuaríamos nesse propósito mesmo que seja por vias cirúrgicas. Mais choro, temperado com uma dose de medo e decepção com o corpo que faz o que quer, que no meu caso não quis consentir a abertura no tempo que eu lhe estipulei.

Se tivesse sido um parto domiciliar, pode ser que teria acontecido naturalmente. Pode ser. Mas pode ser que não. Se eu esperasse mais uma noite em claro, pode ser que as contrações se ritmassem. Pode ser. E o Jonas poderia nascer em algumas horas, feliz e saudável. Mas eu tive medo do hospital, dos protocolos médicos com suas determinações ao ver que uma criança nasceu de parto com dias de bolsa rota, aberto a infecções. E se resolvessem que o Jonas precisava ficar internado em UTI, recebendo antibióticos? Teria ainda assim valido a pena esperar o parto normal? Se tivesse sido um parto domiciliar… se, se, se… não dava mais pra questionar o se de tudo.

Mamãe

Mamãe na espera…

Coloco a roupinha do centro cirúrgico. Minha mãe comemora aliviada que vou para a cesárea. Fico triste que ela comemora, porque eu não estou no clima de celebração. Mas por quê não? Não vou finalmente conhecer meu filho? Tantos sentimentos tão confusos (até escrever isso aqui está sendo conflitante). Vamos, eu, Michael, Pablo, Gabi, e minha mãe para o centro cirúrgico. Mamãe fica para trás, vai esperar no apartamento.

Estou tensa, os ombros grudados nas orelhas enquanto respondo às perguntas dos anestesistas e assistentes e enfermeiras que não sei mais quem é quem nesse emaranhado de gente. Para eles tudo isso é muito normal, corriqueiro. Para mim, tudo muito frio, esterilizado, azul, iluminado demais, sem música, sem calor. A Gabi me lembra de relaxar os ombros e ouvir o que o anestesista está falando sobre as agulhas que estão entrando na minha coluna. Ele não pode errar, eu não posso me mexer. Aos poucos não sinto mais as pernas. Me deitam e colocam meus pés mais elevados em relação ao resto do corpo. Prendem meus braços, tem um soro pendurado, pingando. Nem sinal do Michael. Uma pediatra se apresenta. O Pablo chega, eles falam do tempo de bolsa rota e a pediatra já pergunta de antibiótico e já fala que estou obrigada a ficar 36 horas no hospital. O Pablo briga por mim, fala pra mulher que não tem indicação de antibiótico porque eu não tenho a tal bactéria. Todo esse papo vai me cansando, uma estranheza…

Sábado, 15 de agosto de 2015

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A cirurgia começa. Um pano azul me impede de ver o que acontece. Não sinto nada, mas sei que estão mexendo em mim. Michael chega, finalmente, com o rosto coberto por uma máscara, de roupinha azul, os olhos arregalados. Ele pega a câmera e começa a filmar o que estão fazendo do outro lado do pano. Eu fico brava, não vou querer ver isso depois. O tempo vai passando e penso em tudo. Penso que posso até morrer nessa cirurgia. Percebo que o lance todo tá muito dark na minha cabeça. Me reprimo por estar pensando assim. Afinal, meu filho está nascendo, finalmente, após horas e horas e horas de suspense, agora eu sei que ele está nascendo.

O anestesista me avisa que eu vou sentir um desconforto porque o Jonas está muito alto. Isso quer dizer que ele está longe do corte da cesária e vão ter que me apertar pra ele descer. São uns dois minutos de agonia. A pediatra me aperta com força descomunal. Estou anestesiada mas sinto dificuldade em respirar, como se meus pulmões estivessem sendo espremidos. É muito forte, as lágrimas correm, fico com mais medo ainda.

Michael solta uma exclamação: “ele é perfeito, amor!”, e assim eu sei que Jonas nasceu. É meia-noite e vinte e um – 12:21. Não escuto o Jonas por alguns segundos intermináveis, até que ele grita e chora um gemido sentido, um choro magoado, um nhééé que jamais imaginei que pudesse ser o jeito que meu filho choraria. Quero vê-lo mas não consigo, mesmo com o pano azul retirado da minha frente, a inclinação da mesa de cirurgia não me deixa ver ele direito. Sinto a Gabi me beijando, o Michael me beijando. Os dois choram e falam como o Jonas é lindo. Eu quero ver, quero pegar. E logo ele vem, a Gabi coloca ele no meu peito e ele vai me cheirando, chorando, procurando o peito já querendo mamar.

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O momento mais importante é este, meu filho está aqui, vivo, ativo, em cima de mim. Agora não ligo mais pra nada, só quero que ele fique ali comigo. Não sou mais uma gestante, agora sou uma mãe. Sou a mãe do Jonas.

 

Gabi e Pablo

Antes de ir pro centro cirúrgico, a última foto da barriga, com esses dois que me apoiaram e estiveram com a gente até o fim!

Antes de ir pro centro cirúrgico, a última foto da barriga, com esses dois que me apoiaram e estiveram com a gente até o fim! Gratidão, Pablo, gratidão, Gabi!

*Gabi é a Gabriela Zanella, doula maravilhosa, indicada pra mim pelas pessoas que mais amo e confio e que foi um anjo antes, durante e depois do meu parto. O choro dela quando o Jonas nasceu me libertou e me ajudou a também chorar e agradecer pelo presente que estava ganhando do universo ao invés de focar no parto que não aconteceu. A Gabi veio pro meu caminho pra me ajudar a enxergar a experiência de ser mãe sem preocupações, porque ela estaria lá pra ajudar em tudo. E estava mesmo.

**Pablo é Pablo Queiroz dos Santos, médico ginecologista e obstetra que me acompanha há alguns anos e resolve minhas dúvidas e grilações com a maior paciência do universo. Tem as mãos mais leves que a medicina já viu e o coração do tamanho do mundo. Depois do meu parto ainda foi conversar com a minha mãe e acalmar uma família inteira, deve ter chegado em casa exausto no meio da madrugada, ainda levando uma placenta que eu tive a cara de pau de pedir que ele entregasse à doula que iria encapsular pra mim.

Michael + Mayra = Jonas

This is an account of the birth of our son, Jonas. It is a very personal text, written with the intention of serving as a memory of an important event of my life. I also wrote it to be read by other women who are about to have a child, so that they may also know my experience. Reading birth stories is a favorite activity of pregnant women, that’s why I’m sharing mine.

Thursday, August 13

I began to feel a certain leak of a very light liquid at around 9 am, after showering. Hooray, the water broke! Jonas’ journey into my arms is about to begin! The day passes and do not feel anything but the slow drip of my amniotic fluid. I drink tea, I walk, I get some sleep, I’m on the phone with my doula, Gabi* and the obstetrician, Pablo**. They tell me to wait, calm down, save energy. Pablo wants to see me tomorrow after 24 hours from the time the water broke. I go to sleep asking Jonas to come, telling him that I am ready to be his mother, that we are all prepared for his arrival.

Friday, August 14

I wake up at 2 am with some strange pains. I go get Michael and tell him I think I’m having gas issues! He’s already used to my conversations about gas and bowel movements during pregnancy, so it doesn’t even bother him. After a while I feel the pain again. It’s not gas. Everyone said that when contraction were for real, I would know. And that’s what happened. We begin timing contractions as the hours pass. Labor has finally begun. The day dawned while I kept breathing, resting between contractions, happy that Jonas decided to manifest himself! The contractions keep on coming, slowly, like a wave … intensifies gradually and then it passes. The feeling is indescribable, wonderful, blessed.

We got to the hospital, trying not to lose concentration, but the contractions changed, became less frequent. Gabi, our doula, and Pablo, the obstetrician, are there, the team that will accompany us till Jonas is born. I feel supported. My mother prays and send news to the whole family on the phone, everyone is already impatient with this girl insisting that natural delivery. My husband unfolds in words of comfort and massage. I feel loved. I transmit this love to Jonas, he can take his time, we are ready.

We settled in our hospital apartment. I will stay there until labor intensifies, then I leave to the delivery room. But the first examination reveals that my cervix has not dilated at all in the initial eight hours of contractions. We decided to induce labor with drugs. There will be four doses every three hours which should stimulate stronger and more rhythmic contractions to help dilate the cervix and bring the baby down.

The day passes, contractions intensify but still no rhythm. We become apprehensive. At each dose we check the cervix and still no dilation. I begin to worry the vaginal delivery can no longer happen. I do everything to help the process: squatting positions, all fours, dance moves, walking around, sitting on pilates ball, taking hot showers. Every time Pablo puts the sonar to listen to the baby’s heart, he’s calm and well and I try to focus on getting my body to open. Gabi massages me, then runs after homeopathies and oils to help the process. Every 15 minutes she brings me homeopathic drops to engage labor. The pain does not exist, only the desire to give birth.

We reached the last dose of the drug, still no progress in the dilation. It’s 10 pm and we need to talk about what to do. Comes the crying, the sadness with the realization that it’s not going to be the way we planned. But I remember what Maristela said, my midwife, ayurvedic doctor and friend who asked that the universe sends me the birth that Jonas and I needed to have. We talk to Gabi, then to Pablo, then just the two of us, Michael and I. We decided it was time to meet Jonas, we did what we could do for him to come to the world the best way possible, and we would continue on this purpose even with a surgical approach. More crying, seasoned with a dose of fear and disappointment with the body that does what it wants, which in my case would not consent to open in time.

If it had been a home birth, it might have happened naturally. Maybe. But maybe not. If I waited another sleepless night, it may be that the contractions got stronger. Maybe. I was afraid of the medical protocols regarding ruptured membranes, the possibility of infections. What if they decided that Jonas had to stay in the ICU, receiving antibiotics because the birth took too long? I would have still been worth waiting for the normal delivery? If it had been a home birth … if, if, if … all pointless now.

I put on the outfit for the operating room. My mother celebrates, relieved that I’m going to cesarean surgery. I’m sad that she celebrates, because I’m not in celebration mood. But why not? I will finally meet my son! So many feelings, so confused. We walk to the operating room.

I am tense while I answer questions from anesthesiologists and assistants and nurses … hard to know who is who in this tangle of people. For them this is all very normal, unexceptional. For me, all very cold, sterile, blue, too bright, no music, no heat. Gabi reminds me to relax my shoulders and listen to what the anesthesiologist is saying as the needles are going in my spine. He can’t make a mistake, so I better not move. Gradually I lose feeling of my legs. I lie down and my feet are put higher than the rest of my body. My arms are restrained, IV dripping. No sign of Michael. A pediatrician introduces herself. Pablo arrives, they talk of rupture of membranes and the pediatrician talks about antibiotics, and that I am obliged to stay for 36 hours in the hospital. Pablo fights for me, tells the woman there’s no need for antibiotics because I tested negative for streptococus bacteria. I hear everything, I’m still there as they talk about me …

Saturday, August 15

The surgery begins. A blue cloth prevents me from seeing what happens. I feel nothing, but I know they’re working on me. Michael arrives, finally, with his face covered by a mask, blue outfit, eyes wide open. He picks up the camera and starts filming what they are doing across the cloth. I get angry, I will not want to see this later. As time goes by I think about it all. I think I might die in this operation. I realize that the whole thing is very dark in my head. I repress myself for thinking so. After all, my son is coming, finally, after hours and hours and hours of suspense, now I know he’s about to be born.

The anesthetist warns me that I will experience discomfort because Jonas is too high up. This means that he is away from the incision and will have to squeeze him out. Two minutes of agony. The pediatrician presses on me with tremendous force. I’m numb but feel short of breath, as if my lungs were being squeezed. It is very strong, the tears flow, I am even more afraid.

Michael released an exclamation: “he’s perfect, my love!” And so I know that Jonas is born. It’s midnight and twenty-one minutes. I can’t hear Jonas crying for a few long seconds until he screams and cries a nhééé like he’s hurt, like he’s lost… that’s my baby! I want to see him but I cannot, even with the blue cloth taken down, the surgery table tilt will not let me see it right. I feel Gabi kissing me, Michael kissing me. They cry and talk like the Jonas is beautiful. I want to see, want to hold. And then he comes, Gabi puts him on my chest and he starts to sniff me, crying, looking for the breast to suckle.

The most important point is this, my son is here, alive, active, on top of me. Now I do not care about anything anymore, I just want him to be here with me. I’m not a pregnant woman, I am now a mother. I am the mother of Jonas.

Gabi and Pablo

* Gabi is Gabriela Zanella, wonderful doula, that was an angel before, during and after Jonas’ birth. Her crying her when Jonas was born freed me and helped me also to cry and be thankful for the gift that the universe was giving me, rather than focusing on the delivery that did not happen. Gabi came to my path to help me see the experience of being a mother with no worries, because she would be there to help with everything.

** Pablo’s Pablo Queiroz dos Santos, gynecologist and obstetrician who accompanies me a few years and answers my many questions with the greatest patience in the universe. He has the lightest hands that medicine has ever seen and the heart the size of the world. After Jonas’ birth he went on to talk to my mom and calm an entire family, and even exhausted, in the middle of the night, he took home my placenta (I had the nerve to ask him to deliver it to the doula that would have it encapsulated for me).

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6 thoughts on “Relato de Parto: Michael + Mayra = Jonas

  1. Oi Mayra, mãe de Jonas!!! Parabéns pelo texto!! Obrigada pela partilha do seu parto!!! Mas fiquei cm muita vontade de conversar tet a tet contigo sobre esses SE… SE…. SE… Porque estes SE… SE…. SE… ainda estão na minha cabeça. Sinto trauma por não ter conseguido PARIR. Não entendo o que aconteceu….. Comigo também foi assim, eu me preparei os 9 noves meses para PARIR. Mas meu corpo não respondeu. No meu caso, nem a bolsa rompeu. Mas um dia resolverei este trauma….um dia.
    Agora o que mais importa é vc continuar transmitindo amor, luz, carinho e proteção ao seu Jonas. Excelente lua de leite à vocês. Conte comigo se precisar conversar. Forte abraço e bjs c gostinho de Caju

  2. ohhh miga q relata lindo. Nem sempre as coisas acontecem como a gente quer mas acontecem como devem acontecer. Parabéns pra voce pro Michael e Kia Ora Jonas welcome to this crazy world that you’ll love and will love you.
    Bjs 🙂

  3. Lindinha; que história mais linda e heróica; tu és e sempre serás a mamãe do Jonas!
    Não importa de que forma ele veio ao mundo; o mais importante de tudo é que ele veio com muita saúde para você correr muito atrás deste guri. Parabens a família!
    Ele ê fôfo!

  4. Beautiful post. Thanks for having a translated version available. The photos are absolutely precious and congratulations, your baby just turned one!!!!

  5. Hi Mayra,
    I have nominated you for the Versatile Blogger Award. Please check the post at: https://thephdmama.com/2016/09/17/versatile-blogger-award/ if you want to read more. Thank you.
    Suchi

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