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março 24, 2016
Mayra Caju Warren

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Aromaterapia de Sobrevivência

Hoje quero contar que recentemente montei a minha “farmacinha” de óleos essenciais em casa e estou muito orgulhosa desse meu feito!

Pesquisei os principais óleos essenciais para tratar de uma série de probleminhas e comprei pela internet os óleos, porque tenho um bebê em casa e bater perna de farmácia em farmácia simplesmente não rola mais pra mim!

Vou passar para vocês aqui as dicas dos meus “achados”!

Recomendo que você também experimente montar sua própria coleção de óleos essenciais de qualidade, para se cuidar e cuidar da sua família!

Também recomendo tomar cuidado, bebês são sensíveis. Procure diluir bastante os óleos em um outro tipo de óleo como amêndoa doce, uva ou rosa mosqueta. E use difusores e aromatizadores para ficar mais suave ainda!

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Lavanda ou Lavandin

Obrigatório! A Lavanda é perfeita para acalmar uma noite de sono, ajudar a baixar uma febre, ameniza a ansiedade e o stress. Lavandin é mais suave que a Lavanda. Em casa eu uso em massagens, no banho do bebê, uma gotinha na caminha dele, e no difusor também!

Tea Tree ou Melaleuca

Também é obrigatório! Ajuda a matar germes, então é super útil contra infecções, cortes, resfriados, e até na hora de lavar as roupinhas do bebê.

Alecrim

Contra-indicado para grávidas, pois pode agravar casos de pressão alta. É estimulante, antidepressivo e melhora a sensação de cansaço físico e mental. Eu gosto para um banho energizante!

Limão Siciliano

Ajuda a matar germes e contra resfriados. Tem que tomar cuidado ao sair ao sol, melhor deixar para a noite! Também estimula a concentração (bom para a hora dos estudos) e combate o stress. Ajuda a criança sonolenta a sair da cama, quando colocado em um aromatizador.

Hortelã Pimenta

Tem um guia muito massa neste post aqui. É excelente para uma boa energização! Ajuda a criança sonolenta a sair da cama, quando colocado em um aromatizador.

Camomila Romana

Esse foi bem caro! Comprei no site Natue, e pesquisei bastante! Mas estou adorando e valeu a pena! Usei contra a febre do meu bebê, em um pano molhado, como uma compressa. Também usei em massagens para um sono tranquilo!

Gengibre

Ótimo para gripes e resfriados, usei em conjunto com o óleo de Eucalipto, em massagens no peito.

Eucaliptos Globulos

Usei muito em gripes e resfriados! É ótimo para inalações. Segundo este site, também é bacana para piolho e catapora!

Lemongrass

Calmante como a Lavanda. Cuidado pra não queimar a pele, jamais coloque esse óleo puro em contato com a pele, eu já fiz e não foi nada engraçado!

Citronela

Repelente natural, ideal para um aromatizador pela casa naquele horário que os mosquitos resolvem atacar!

Há um tempo eu fiz uns guias bacaninhas sobre aromaterapia… recordar é viver! Dá uma olhadinha!

Qualidade é Fundamental

Quando se trata de óleos essenciais, não adianta miguelar, querer pagar baratinho. Se é baratinho, não é puro e se não é puro, não vai fazer bem. Procure marcas conceituadas, a maioria tem loja online.

As mais bacanas de comprar na Internet, na minha opinião são a BySamia, a WNF e a BioEssência. E tem a maravilhossa Tisserand, que é uma marca britânica muito difícil de achar pra comprar por aqui. No Natue eu encontrei um kit que é tudo de bom, se você achar: o Survival Kit Tisserand, que vem com três blends: Sleep, Energize e De-Stress! Recomendo demais!!

Fontes:

Aromaterapia para Crianças

Aromaterapia para Mães e Filhos

7 Formas de usar Aromaterapia para Bebês e Crianças

agosto 29, 2015
Mayra Caju Warren

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Michael + Mayra = Jonas

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Este é um relato do nascimento do nosso filho, Jonas. É um texto muito pessoal, escrito com a intenção de servir de memória sobre um evento importante da minha vida. Também escrevi para que outras mulheres que estão prestes a ter um filho conheçam a minha experiência. Ler relatos de parto é uma das atividades preferidas de gestantes, por isso estou compartilhando.

Quinta-feira, 13 de agosto

Comecei a sentir que tinha um certo vazamento de um líquido bem clarinho por volta das 9h, depois do banho. Alegria, a bolsa rompeu! Vai começar a jornada do Jonas rumo aos meus braços! O dia passa e não sinto nada além do aguaceiro caindo aos poucos de dentro de mim. Tomo chá, faço caminhada, aproveito para dormir, fico no telefone de papo com a doula, Gabi* e com o obstetra, Pablo**. Os dois me dizem pra esperar, acalmar, guardar energias. Pablo quer me ver com 24 horas do horário que a bolsa rompeu. Amanhã de manhã nos vemos na maternidade. Vou dormir pedindo pro Jonas vir, dizendo a ele que estou pronta pra ser sua mãe, que estamos todos preparados para a chegada dele.

Sexta-feira, 14 de agosto

Desperto às 2h da manhã com dores estranhas. Acordo o Michael e falo pra ele que acho que são uns gases dos quintos dos infernos que tão me apertando! Ele já está acostumado com os meus papos sobre gases e movimentos intestinais durante a gravidez. Daí a pouco sinto de novo a dor. Não são gases. todo mundo falou que quando fosse contração pra valer, eu ia saber. E foi assim que aconteceu. Fomos medindo o tempo entre contrações e as horas foram passando. Meu parto começava na madrugada silenciosa. O dia amanheceu e quando dava, eu descansava entre as contrações, feliz que o Jonas decidiu se manifestar! As contrações vêm devagar, como uma onda mesmo… intensifica-se aos poucos e depois passa. A sensação é indescritível, maravilhosa, abençoada.

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Chegamos à maternidade, tento não perder a concentração, mas as contrações mudam, ficam mais espaçadas. A Gabi e o Pablo estão comigo, a equipe que vai me acompanhar até o Jonas nascer. Sinto-me amparada. Minha mãe reza e manda notícias para a família toda que já se impacienta com essa menina insistindo nesse parto normal. Meu marido se desdobra em palavras de conforto e massagens. Sinto-me amada. Transmito esse amor pro Jonas, que ele venha tranquilo, estamos prontos.

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Nos instalamos no apartamento do hospital. Vou ficar ali até o trabalho de parto engrenar, depois tenho a sala de parto, quando tiver com uns 5 a 6 cm de dilatação. Mas o primeiro exame de toque revela que o colo do útero não dilatou nas oito horas iniciais das contrações. É preciso intensificar, uma vez que a bolsa rota já tem mais de 24 horas. Decidimos induzir o parto com medicamentos. Serão quatro doses, a cada três horas que deverão estimular contrações mais fortes e mais ritmadas para o colo do útero afinar e o bebê descer.

Pablo e Gabi

Pablo e Gabi

O dia vai passando, contrações vão se intensificando mas ainda sem ritmo. Vamos ficando apreensivos. A cada dose percebemos que não teve progresso na dilatação, ainda zero. Me bate a dor de pensar que o parto normal pode não mais acontecer. Faço de tudo para ajudar o processo: posições de cócoras, de quatro, danço, caminho pela maternidade, sento na bola de pilates, tomo ducha quente. A todo momento o Pablo coloca o sonar para ouvir o coração do Jonas que segue tranquilo enquanto eu me concentro para que meu corpo se abra. A Gabi se esmera nas massagens, corre atrás de homeopatias e óleos para passar em mim. De 15 em 15 minutos pinga as gotinhas homeopáticas para engrenar o meu trabalho de parto. A dor não existe, só a vontade de parir.

Chegamos à última dose do medicamento, ainda sem progresso na dilatação. São 22h e precisamos conversar sobre o que fazer. Vem o choro, vem a tristeza com a constatação que não ia ser do jeito que planejamos. Mas me lembro do que disse a Maristela, parteira, médica e amiga que pediu que o universo me mandasse o parto que eu precisava ter. Conversamos com a Gabi, com o Pablo, conversamos só nós dois, eu e Michael. Decidimos que era hora de conhecer o Jonas, que fizemos o que podíamos fazer para ele vir ao mundo da melhor forma possível, e continuaríamos nesse propósito mesmo que seja por vias cirúrgicas. Mais choro, temperado com uma dose de medo e decepção com o corpo que faz o que quer, que no meu caso não quis consentir a abertura no tempo que eu lhe estipulei.

Se tivesse sido um parto domiciliar, pode ser que teria acontecido naturalmente. Pode ser. Mas pode ser que não. Se eu esperasse mais uma noite em claro, pode ser que as contrações se ritmassem. Pode ser. E o Jonas poderia nascer em algumas horas, feliz e saudável. Mas eu tive medo do hospital, dos protocolos médicos com suas determinações ao ver que uma criança nasceu de parto com dias de bolsa rota, aberto a infecções. E se resolvessem que o Jonas precisava ficar internado em UTI, recebendo antibióticos? Teria ainda assim valido a pena esperar o parto normal? Se tivesse sido um parto domiciliar… se, se, se… não dava mais pra questionar o se de tudo.

Mamãe

Mamãe na espera…

Coloco a roupinha do centro cirúrgico. Minha mãe comemora aliviada que vou para a cesárea. Fico triste que ela comemora, porque eu não estou no clima de celebração. Mas por quê não? Não vou finalmente conhecer meu filho? Tantos sentimentos tão confusos (até escrever isso aqui está sendo conflitante). Vamos, eu, Michael, Pablo, Gabi, e minha mãe para o centro cirúrgico. Mamãe fica para trás, vai esperar no apartamento.

Estou tensa, os ombros grudados nas orelhas enquanto respondo às perguntas dos anestesistas e assistentes e enfermeiras que não sei mais quem é quem nesse emaranhado de gente. Para eles tudo isso é muito normal, corriqueiro. Para mim, tudo muito frio, esterilizado, azul, iluminado demais, sem música, sem calor. A Gabi me lembra de relaxar os ombros e ouvir o que o anestesista está falando sobre as agulhas que estão entrando na minha coluna. Ele não pode errar, eu não posso me mexer. Aos poucos não sinto mais as pernas. Me deitam e colocam meus pés mais elevados em relação ao resto do corpo. Prendem meus braços, tem um soro pendurado, pingando. Nem sinal do Michael. Uma pediatra se apresenta. O Pablo chega, eles falam do tempo de bolsa rota e a pediatra já pergunta de antibiótico e já fala que estou obrigada a ficar 36 horas no hospital. O Pablo briga por mim, fala pra mulher que não tem indicação de antibiótico porque eu não tenho a tal bactéria. Todo esse papo vai me cansando, uma estranheza…

Sábado, 15 de agosto de 2015

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A cirurgia começa. Um pano azul me impede de ver o que acontece. Não sinto nada, mas sei que estão mexendo em mim. Michael chega, finalmente, com o rosto coberto por uma máscara, de roupinha azul, os olhos arregalados. Ele pega a câmera e começa a filmar o que estão fazendo do outro lado do pano. Eu fico brava, não vou querer ver isso depois. O tempo vai passando e penso em tudo. Penso que posso até morrer nessa cirurgia. Percebo que o lance todo tá muito dark na minha cabeça. Me reprimo por estar pensando assim. Afinal, meu filho está nascendo, finalmente, após horas e horas e horas de suspense, agora eu sei que ele está nascendo.

O anestesista me avisa que eu vou sentir um desconforto porque o Jonas está muito alto. Isso quer dizer que ele está longe do corte da cesária e vão ter que me apertar pra ele descer. São uns dois minutos de agonia. A pediatra me aperta com força descomunal. Estou anestesiada mas sinto dificuldade em respirar, como se meus pulmões estivessem sendo espremidos. É muito forte, as lágrimas correm, fico com mais medo ainda.

Michael solta uma exclamação: “ele é perfeito, amor!”, e assim eu sei que Jonas nasceu. É meia-noite e vinte e um – 12:21. Não escuto o Jonas por alguns segundos intermináveis, até que ele grita e chora um gemido sentido, um choro magoado, um nhééé que jamais imaginei que pudesse ser o jeito que meu filho choraria. Quero vê-lo mas não consigo, mesmo com o pano azul retirado da minha frente, a inclinação da mesa de cirurgia não me deixa ver ele direito. Sinto a Gabi me beijando, o Michael me beijando. Os dois choram e falam como o Jonas é lindo. Eu quero ver, quero pegar. E logo ele vem, a Gabi coloca ele no meu peito e ele vai me cheirando, chorando, procurando o peito já querendo mamar.

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O momento mais importante é este, meu filho está aqui, vivo, ativo, em cima de mim. Agora não ligo mais pra nada, só quero que ele fique ali comigo. Não sou mais uma gestante, agora sou uma mãe. Sou a mãe do Jonas.

 

Gabi e Pablo

Antes de ir pro centro cirúrgico, a última foto da barriga, com esses dois que me apoiaram e estiveram com a gente até o fim!

Antes de ir pro centro cirúrgico, a última foto da barriga, com esses dois que me apoiaram e estiveram com a gente até o fim! Gratidão, Pablo, gratidão, Gabi!

*Gabi é a Gabriela Zanella, doula maravilhosa, indicada pra mim pelas pessoas que mais amo e confio e que foi um anjo antes, durante e depois do meu parto. O choro dela quando o Jonas nasceu me libertou e me ajudou a também chorar e agradecer pelo presente que estava ganhando do universo ao invés de focar no parto que não aconteceu. A Gabi veio pro meu caminho pra me ajudar a enxergar a experiência de ser mãe sem preocupações, porque ela estaria lá pra ajudar em tudo. E estava mesmo.

**Pablo é Pablo Queiroz dos Santos, médico ginecologista e obstetra que me acompanha há alguns anos e resolve minhas dúvidas e grilações com a maior paciência do universo. Tem as mãos mais leves que a medicina já viu e o coração do tamanho do mundo. Depois do meu parto ainda foi conversar com a minha mãe e acalmar uma família inteira, deve ter chegado em casa exausto no meio da madrugada, ainda levando uma placenta que eu tive a cara de pau de pedir que ele entregasse à doula que iria encapsular pra mim.

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agosto 10, 2015
Mayra Caju Warren

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Nove meses // Nine months

Gestando o amor. ❤️ // Love growing. ❤️❤️ #9meses #38weeks #jonas

Gestando o amor. ❤️ // Love growing. ❤️❤️ #9meses #38weeks #jonas

Há nove meses estou gerando uma vida. Hoje, 10 de agosto, é a Data Provável para o Parto (DPP), o dia em que a gestação do meu filho completa 40 semanas, ou 280 dias.

Estou esperando o Jonas. Jonas Cajueiro Warren. Ele é muito desejado, planejamos muito essa chegada. Em setembro do ano passado eu me cuidei, fiz um panchakarma, processo da medicina ayurveda que realiza uma limpeza profunda no organismo e o nutre de tudo o que há de melhor na sabedoria antiga indiana. Tudo com propósito. Com o objetivo de gerar uma vida de forma saudável.

O panchakarma acabou, eu viajei de férias e logo que voltamos de viagem, eu e meu marido decidimos que começaríamos a tentar o que muito se recomendava: atenção ao período fértil, sexo a cada dois dias, especialmente durante a ovulação. Pra quem nunca tentou, e sempre evitou essas coisas, eu pensava que era um baita trabalhão lembrar dessas datas e coisas assim. Pois não é que hoje em dia tem até app de celular pra te lembrar do tal calendário? Lá fui eu usar as apps!

E depois do primeiro mês tentando (ou treinando pra tentar), quando era para a menstruação vir, ela não veio. Vieram em seu lugar umas coisas estranhas, sensibilidade excessiva nos seios, um sono incontrolável. Fiz dois testes. Os dois positivos. Fiz exame de sangue: deu positivo. Era início de dezembro, estava grávida.

Dali para cá, 40 semanas, mais de nove meses sentindo todo tipo de coisa, passando por inúmeras experiências que não dá pra explicar em um só post. Por isso, resolvi escrever vários. E vocês vão conhecer algumas das minhas experiências nesse processo.

É como se eu estivesse pronta, nos bastidores ao lado do palco, e tivesse que esperar pra entrar em cena. Esperar o quê? Um sinal. De quem? Do ator principal, que é assim, meio estrelinha, sabe? E enquanto esse cara não resolver aparecer, fico esperando, me preparando. Porque eu sei que quando ele chegar, este vai ser o papel mais importante que terei na vida! // It's like I'm ready, standing behind curtains, waiting to enter the stage. Waiting for what? A signal. From whom? From the main actor, who is kind of a super star, you know? And while this guy doesn't get here, I just wait and keep getting ready. Because I know that when he does arrive, this will be the most important role I'll have in my life! #jonas #39weeks #9meses+

É como se eu estivesse pronta, nos bastidores ao lado do palco, e tivesse que esperar pra entrar em cena. Esperar o quê? Um sinal. De quem? Do ator principal, que é assim, meio estrelinha, sabe? E enquanto esse cara não resolver aparecer, fico esperando, me preparando. Porque eu sei que quando ele chegar, este vai ser o papel mais importante que terei na vida! // It’s like I’m ready, standing behind curtains, waiting to enter the stage. Waiting for what? A signal. From whom? From the main actor, who is kind of a super star, you know? And while this guy doesn’t get here, I just wait and keep getting ready. Because I know that when he does arrive, this will be the most important role I’ll have in my life! #jonas #39weeks #9meses+

Hoje eu comemoro o final dessa gestação, que não tem data certa para acabar. Só sei que na data provável ela ainda não acabou! Hoje começo a me despedir da barriga que foi crescendo até chegar em um tamanho que nunca imaginei que pudesse chegar. Começo a dizer adeus a sentir a vida dentro de mim fazendo seus movimentos carinhosos (às vezes nem tão carinhosos, é bem verdade), me despeço da sensação de estar acompanhada em todos os momentos do dia e da noite.

Nessa despedida quero dizer que estou feliz, estou segura e estou pronta. Pode nascer, Jonas. Não deu tempo de ler todos os livros, nem de terminar a reforma da casa, nem mesmo de fazer uma super poupança no banco pra te receber. Mas eu sei que você não se importa. Deu tempo sim de um pai e uma mãe se conhecerem de um jeito totalmente novo. De avôs, avós, tios e primos ficarem muito curiosos para te conhecer. Deu tempo para que eu pudesse conhecer tudo o que meu corpo é capaz de fazer naturalmente, facilmente. Foram meses de muita aventura, muito descobrimento e eu nunca mais vou esquecer desses nove meses com você.

Conseguimos! Chegamos às 40 semanas! Amor, descobertas, sensações inesquecíveis.  #jonas #40weeks #duedate

Conseguimos! Chegamos às 40 semanas! Amor, descobertas, sensações inesquecíveis.
#jonas #40weeks #duedate

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Nine months ago I began growing a person. Today, August 10th is the due date, the day the pregnancy of my son achieves 40 weeks, or 280 days.

I’m waiting for Jonas, Jonas Cajueiro Warren. He has been awaited with lots of love, we planned his arrival carefully. In September of last year I took care of myself, I went through a panchakarma, a ayurveda medicine process that performs a deep cleansing of the body and nourishes it with all that is best in the ancient Indian wisdom. All with purpose. All done in order to generate a healthy new life.

The panchakarma was over, we went on vacation and as soon as we returned from our trip, my husband and I decided that we would start trying to conceive, following some advice we received: pay attention to the fertile period, have sex every other day, especially during ovulation. Since we had never tried to make a baby, always avoided doing these things, I thought it was a hell of a lot of work to remember these dates and rules. But I found out there are cell phone apps that can help you keep track so, what the hell! Off I went to use the apps!

After the first month trying (or training to try) when my period was supposed to come, it didn’t. What arrived instead were some strange things, ilke excessive boob tenderness, uncontrollable sleepiness. I took two urine tests, both positive. I took a blood test: it was positive. It was early December, I was pregnant.

From there to here it’s been 40 weeks, more than nine months feeling all sorts of things, going through numerous experiences that I cannot explain in one post. So I decided to write a few. And you will be able to follow some of my experiences in this process.

Today I celebrate the end of this pregnancy, which still has no certain date to end. I only know right now that I’m still pregnant, but not for long! So, today I begin to say goodbye to this belly that has been growing to a size I never imagined it could reach. I begin to say goodbye to feeling life inside me, Jonas making his loving movements (sometimes not so loving, it is true). I also say farewell to the feeling of not being alone at all times of day and night.

In this farewell I mean to say that I’m happy, I’m safe and I’m ready. You can be born now, Jonas. Nine months were not enough time to read all the books, or to finish the renovation of our house, not even to save some money to receive you. But I know you do not care. There was enough time for a father and a mother to know each other in a whole new way. For grandparents, an aunt, an uncle and cousins ​​get too curious to meet you. There was time for me to know about things that my body can do naturally, easily. They were great months of adventure, discovery and I will never forget these months with you.

agosto 21, 2014
Mayra Caju Warren

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Cajureba Ensina: Cuidar da Dermatite // Cajureba Teachings: Taking care of Dermatitis

Os últimos estágios da crise de dermatite, quando as lesões começam a sarar. // The last stage of the crisis, lesions starting to heal.

Os últimos estágios da crise de dermatite, quando as lesões começam a sarar. // The last stage of the crisis, lesions starting to heal.

Se você tem dermatite ou psoríase, você sabe que as perebas coçam muito. Mas muito mesmo. Seja no estágio de bolinhas vermelhas, seja quando as inflamações sararam e agora você tem um monte de pele nascendo, a sua pele é muito sensível e não dá pra ignorar que ela precisa de muita atenção. Separei algumas dicas básicas sobre o que fazer para cuidar da pele nessas situações sem apelar para medicação mais forte. Lembrando que são dicas baseadas em minhas próprias experiências.

Pare de coçar a pele.

Deixa quieto. Sério, pare de coçar. Quanto mais você coça, pior fica. Então apenas pare.

O que eu faço: para lidar com a coceira eu gosto de lavar a pele com água fria, usar a aromaterapia para lidar com a ansiedade que a coceira faz a gente sentir, gosto também de passar um hidratante e massagear a pele ao invés de coçar.

Mude os produtos que você deixa tocar a sua pele.

Muita gente tem alergia a produtos de beleza, shampoos, condicionadores, hidratantes. Os produtos que você escolhe para lavar a sua roupa também precisam ser especiais. Qualquer coisa que toque a sua pele precisa ser especial.

Primeiro, escolha hidratantes sem fragrância, hipoalergênicos, não-comedogênicos (que não obstruem os poros da pele). Corra de tudo o que resseca a pele. Evite muita maquiagem, produtos com álcool. Lave suas roupas com produtos sem muito cheiro, hipoalergênicos. Depois, evite o contato de produtos de limpeza como detergente e água sanitária com a sua linda pele. Lembre-se: você é sensível.

O que eu faço: uso hidratantes muito neutros (a marca que eu prefiro é Cetaphyl) e não uso sabonete em barra. Gosto de óleos, sem muito cheiro, o mais naturais possível. Na limpeza da casa, tento manter as mãos protegidas com luvas de latex sem aquele pó (prefiro da marca Scott) e tento evitar o contato com muita água. Já tive crises horrendas por causa da água sanitária, então não chego nem perto. 

Hidrate a pele do jeito certo.

Apesar de parecer que a hidratação da pele é uma cura fácil de mais pra ser de verdade, um hidratante natural, especial, pode curar suas perebas! Acredite! Eu já vi acontecer!!

Às vezes nem precisa comprar o produto mais caro da farmácia. Usar óleos naturais como azeite de oliva, ghee, azeite de côco, manteiga de karité geralmente trazem resultados incríveis! Tudo o que você for comprar precisa ser hipoalergênico, não-comedogênico, sem cheiro.

O que eu faço: nas lesões só uso hidratante Cetaphyl, pomadas naturais (calêndula ou à base de lavanda e melaleuca). O banho é morno, nada de água muito quente. 

Vida longa e próspera, sem dermatite! // Live long and prosper, scab free!

Vida longa e próspera, sem dermatite! // Live long and prosper, scab free!

Mude seus hábitos e busque o equilíbrio.

Alguns alimentos e alguns hábitos podem piorar as perebas. Pesquisas (link) apontam que alguns alimentos como soja, trigo, peixes, lactose, e ovos podem piorar as perebas em algumas pessoas. O intestino preso e o excesso de toxinas no corpo também são fatores que merecem atenção. Por isso é preciso melhorar a alimentação, reduzir o estresse e manter o corpo e mente equilibrados.

Outras coisas que ajudam a piorar as coisas são fumar, usar roupas que irritam a pele, como as fibras sintéticas e lã e também o hábito de tomar banhos longos e muito quentes, ou ficar com a pele em contato com o suor. Então experimente parar de fazer algumas coisas e observe o efeito na sua saúde.

O que eu faço: evito comer alimentos com lactose, procuro me exercitar, fazer exercícios de respiração e meditação para tentar manter um certo equilíbrio. Eu percebo que quando me exercito menos, quando descuido da alimentação e dos hábitos mais saudáveis as perebas aparecem.

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agosto 18, 2014
Mayra Caju Warren

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Cajureba Ensina: Coisa de Pele // Cajureba Teachings: It’s a Skin Thing

Desculpem pela imagem feia, mas essa foi a minha pior crise de dermatite. Foi em fevereiro de 2013. // My worst dermatitis crisis ever. February of 2013.

Desculpem pela imagem feia, mas essa foi a minha pior crise de dermatite. Foi em fevereiro de 2013. // My worst dermatitis crisis ever. February of 2013.

Resolvi fazer alguns posts para ensinar sobre as manifestações de pele. Tudo o que eu já aprendi, vou falar para vocês. Vou trazer artigos de outras fontes menos conhecidas e vamos aprender e discutir os problemas de pele parecidos com o que aparece em mim.

Não importa o nome, o dermatologista pode chamar de eczema, alergia, dermatite, psoríase, o que for, eu sempre quando pesquiso procuro coisas relacionadas umas às outras, o que é o caso desses todos problemas que eu falei aí em cima. Então, para facilitar, chamaremos a tal “coisa” de pereba, ok?

A pereba a que me refiro é quando a pele fica irritada, coberta de bolinhas, ou com bolhas de pus, coceira, etc. As instruções que eu trago são baseadas nas minhas próprias experiências, não são científicas. Não sou médica, não sou nutricionista, não sou curandeira. Só sei um pouquinho de reiki e tals, nada demais!

Para evitar o uso de remédios mais fortes, com mais efeitos colaterais, lembre-se que o processo é lento. Muito lento. Por isso que inventaram o corticóide. Para que seja rápido. Na foto acima, minha pior crise de dermatite na vida, eu fui forçada a usar medicamentos como antibióticos, corticóides. O problema era muito sério, muito perigoso para ir pelo caminho mais longo.

Mesmo assim, estamos aqui indo por outro rumo, o rumo de prevenir a coisa, tentar fazer com que a pereba não apareça ou, se ela aparecer, que ela vá embora por conta própria.

Se por acaso sua pereba não quiser ir embora de jeito nenhum e degringolar para uma mega inflamação, vá pro corticóide, procure seu medico. Não vai ser doido.

Agora chega de disclaimers, vamos lá.
Este é o básico do básico.

Eczema-Types-300x2311. O que é a pereba?

Geralmente é uma doença de pele crônica que se manifesta de diversas formas. Muitos apresentam algumas bolinhas tipo espinhas de pele, avermelhadas. Outros apresentam partes do corpo cobertas em pequenas bolinhas e a pele bastante irritada.

2. Por que a pereba aparece?

As causas mais comuns são as alergias de contato (metais, produtos de limpeza, etc.), as alterações climáticas (muito frio, muito calor), má nutrição (a pessoa só come porcaria, intestino não funciona, come muito alimento com lactose ou muita carne), problemas de metabolismo (o que pode ser o que o pessoal fala na Ayurveda de desequilíbio dos doshas).

3. Pereba tem cura?

Apesar de muita gente dizer que não tem cura, existem muitos outros que, assim como eu, afirmam que conseguem curar suas perebas com uma variedade de métodos. Muitos deles são remedinhos comuns, fáceis de encontrar. No entanto, cada pessoa e cada pereba é diferente, e o que pode causar a pereba e curar a tal, pode variar. A solução é tentar várias coisas diferentes até que alguma dê certo.

Nos próximos posts falaremos sobre os métodos de cuidar da pereba. Até loguinho!

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agosto 11, 2014
Mayra Caju Warren

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O meu termômetro // My thermometer

Todos temos algo, um sinal do corpo, uma intuição, algo que avisa que não estamos no rumo certo. Para alguns é a imunidade que cai, uma gripe que aparece, o cabelo que cai, a dificuldade no sono.

Eu tenho o meu termômetro: a dermatite. Ela vem, não tem jeito. Se eu perco o foco, se eu relaxo, ela vem.

E adivinha só … relaxei de novo! Novidade, né? O pior é que é verdade. Isso é chato de admitir, mas me deixei levar, me enfiei em trabalho, em compromissos do dia-a-dia e o stress veio e fez subir a temperatura do meu tal termômetro!

E com ele sempre vem uma dificuldade para dormir, uma certa rotina de acordar com dor de cabeça (sono ruim ou até o danado do bruxismo, o ranger de dentes durante a noite). E até ganhei uns quilinhos indesejados.

Acho que na maioria das experiências podemos tirar uma parte positiva e uma negativa, sabe? Algo meio 50/50. O lado ruim de passar por essas crises de dermatite, para mim, é reconhecer que falhei comigo mesma. Mas o lado bom é saber que é só uma crise e que eu tenho o poder de curar a mim mesma.

Assim como em outras crises, desta vez a minha mente foi a principal arma para vencer a dermatite. Hoje, mais de um mês após o início da dermatite, estou conseguindo ver mudanças para a cura das lesões. Já não tenho inflamações e estou conseguindo ter menos coceiras.

Tudo isso sem precisar usar corticóides, pomadas ou pílulas, ou mesmo suplementos alimentares. Usei as ervas da Ayurveda, hidratantes, aromaterapia, chás. Combati o kapha. Combati o nervosismo, a ansiedade. Me convenci que não adiantava entrar em desespero, ficar com vergonha, me esconder.

E está sarando. E essa é a boa notícia. Estou vencendo mais essa crise! E você? Qual o seu termômetro? Como você lida com ele?

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triguilho

abril 26, 2014
Mayra Caju Warren

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Quibe Vegetariano // Vegetarian Kibbeh

Nós brasileiros amamos quibe. Pronto, falei. Quibe a gente come desde criancinha nas festinhas de aniversário. Frito, assado, cru, de qualquer jeito! Ter trigo para quibe (também conhecido como triguilho) em casa é tão comum quanto ter arroz e feijão na despensa. Eu amo, amo, amooooo tudo com trigo pra quibe!

Toda semana aqui em casa eu faço Tabouli Cajureba, uma ótima opção de almoço, jantar, lanche… o que for! Agora, depois da minha revolução ayuveda, aprendi a fazer o Quibe Vegetariano! Mais uma linda opção de qualquer coisa!

Esta receita eu fiz com todas as verdurinhas que tinha na geladeira. Não tava a fim de ir no sacolão, então peguei a xepa da geladeira e botei tudo no quibe! Achei o máximo poder fazer isso! Então compartilho com vocês!

Quibe Vegetariano Cajureba

Desculpa, mas a fome era tanta que não deu tempo de tirar foto antes de alguém tirar um pedação!

Desculpa, mas a fome era tanta que não deu tempo de tirar foto antes de alguém tirar um pedação!

Ingredientes:

2 xícaras de triguilho (ou trigo para quibe) de molho na água por 10 minutos
Legumes diversos ralados e bem picadinhos: cenoura, abobrinha, tomate, cebola (o que tiver na geladeira!)
Temperos verdes: hortelã, salsinha, cebolinha
3 colheres de sopa de óleo de girassol
Especiarias: 1 colher de chá de uma misturinha com pimenta síria (ou  garam masala), coentro moído, pimenta do reino, sal.
Opcional: 1 xícara de tofu ou ricota amassadinho, ou, como eu não tinha nada disso, coloque uma fatia de mussarela por cima, pra dar um tchan!

 Como preparar:
Hidrate o triguilho em água morna por 10-15 minutos. Misture tudo com a mão e espalhe em uma travessa untada.
Assar em fogo médio/alto por 35 a 40 min.

E pronto! Agora é só saborear! Sugiro colocar um pouquinho de tahine (Se você não tem tahine em casa, vai comprar! Rápido! É uma delícia e super saudável!) no canto do prato e dar uma misturadinha no quibe para um sabor diferente! Colocar um molho de pimenta também! Ai, que delícia!!!

Enquanto assa, dá uma olhada aqui nos benefícios do triguilho à saúde e algumas curiosidades também:

  • a palavra kubbe, em árabe, significa “bola”. Por isso, originalmente, o quibe que conhecemos e consumimos não passa de uma bola de carne enrolada em trigo e fritinho… huuummm!
  • o triguilho é tipo um grão de trigo enrustido, que não cresceu. Então ali estão todas as propriedades integrais! Segundo este site, ele é fonte de nutrientes do complexo B, amido e diversas proteínas. E tem mais: potássio, zinco, magnésio, selênio e vitamina E (bom pra pele!).
  • como todo grão integral, o triguilho é fonte de fibras e ajuda o intestino a funcionar melhor, prevenindo a prisão de ventre quando associado à ingestão adequada de água. Fibras também ajudam a gente a se sentir mais saciado, ajudando na manutenção e no controle do peso.

E mais uma curiosidade… uns anos atrás fiz um curso de culinária ayurveda com as meninas do Espaço Cardamomo — Glenda e Ananda — e elas fizeram uma receita deliciosa com triguilho orgânico. Gente, nunca mais achei pra comprar o tal triguilho orgânico, mas se você tiver a oportunidade, compre. Vale a pena. O sabor e a textura são completamente diferentes do trigo para quibe que a gente acha por aí no supermercado!

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abril 15, 2014
Mayra Caju Warren

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Pastinha de Cenoura // Zesty Carrot Dip

Já contei para vocês das minhas andanças pelo mundo ayurvédico, né? Quando se faz um tratamento desses que eu fiz com a Thaís, rola de tudo, até uma aulinha de culinária! Sem contar que ela passa várias receitas para a gente ir experimentando. Então, com a autorização dela, claro, vou compartilhar com vocês esta receita de uma pastinha gostosa e saudável, que fiz na aula com a Thaís e que depois fiz sozinha, em casa, para a minha família e meus amigos. Dá pra comer com pão, com chapati, com bolacha, com arroz, com o que você quiser! Meu novo vício!
Primeiro um detalhe… no dia da aula de culinária a pastinha que eu fiz com ela ficou assim:
Essa outra aí do lado, a roxinha, vocês aguardem que eu passo a receita assim que eu fizer sozinha, tá? O chapati também!
Agora dá uma olhada na pastinha que eu fiz sozinha:
Meio verde demais? O problema é que a receita dizia “sal e temperos verdes a gosto”! Heheheheh, exagerei na salsa um pouquinho!
Agora é a sua vez de tentar! Bom apetite!
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Pastinha de Cenoura

Ingredientes:
2 cenouras grandes
1 pedaço generoso de gengibre
sal e temperos verdes a gosto (eu usei uns dois punhados de salsa picada e um raminho de alecrim)
azeite de oliva para dar o ponto
suco de 1 limão
Preparo: Cozinhe bem as cenouras, escoe a água, passe-as na água fria.
Jogue as cenouras cozidas e todos os outros ingredientes no liquidificador.
Enquanto bate, vai jogando o azeite aos poucos para que dê o ponto de pastinha

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meditation

abril 14, 2014
Mayra Caju Warren

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Meditar // Meditate

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Quem nunca viu uma figura como esta e pensou “ah, essa aí podia ser eu”?

Eu pensei muitas e muitas vezes, anos a fio e fazia exatamente NADA para que isso efetivamente acontecesse. Eu lia as coisas que as pessoas escreviam sobre meditação e pensava que jamais uma mente inquieta como a minha podia simplesmente se anular e ficar lá, quietinha, toda zen.

Os benefícios da prática de meditar são conhecidos de todos nós. Mesmo assim, antes de dar uma daquelas dicas valiosas sobre como fazer, vou enumerar as 5 mais importantes, na minha opinião:

  1. Aprender a lidar melhor com o estresse e a se segurar nos momentos mais desesperadores da vida. (essa até provaram cientificamente);
  2. Experimentar a sensação que fica no corpo e na mente após meros 15 minutos de meditação;
  3. Sentir que as ideias estão “organizadas”, que você dedicou preciosos minutos do seu tempo para você;
  4. Respirar profundo e se sentir arejada, purificada;
  5. Levar essa sensação para o resto do seu dia, e utilizar os mantras e a respiração ao longo do dia para resgatar esse sentimento de paz interior.

Quando a gente estuda o Reiki ou mesmo Yoga, a meditação é componente indispensável e está presente em todas as religiões. Então por que você ainda não tentou. E se tentou, por que ainda não deu certo?

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Para mim, deu muito certo utilizar um serviço gratuito, disponível na Internet (em inglês), que é o 21-Day Meditation Challenge do Deepak Chopra. Já falei que adoro esse homem? O sistema é muito simples. Basta se inscrever pelo site e você recebe um e-mail todo dia com o link para você praticar. É um tipo de meditação guiada que utiliza música e mantras para te levar ao estado meditativo. No começo é mais difícil, mas se você insistir e fizer todos os 21 dias, garanto que não terá problemas em meditar tranquilamente sozinho.

Ainda não se convenceu? Dá uma olhada neste vídeo… olha só quanta coisa maravilhosa pode acontecer com você se você simplesmente fechar os olhos e respirar!

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abril 11, 2014
Mayra Caju Warren

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Vegetariana Meio-Período // Part-time Vegetarian

Carne é um troço gostoso de comer, mas é obtida de um jeito cruel, vergonhoso, triste. Carne faz parte da cultura da gente, remete à infância, ao lar! Só que matar um ser inocente, só para satisfazer um prazer é desumano. E tem mais, a produção da carne de vaca, principalmente, é muito prejudicial ao meio ambiente! As vaquinhas emitem gases que poluem mais que os carros e os incêndios. Sem contar na derrubada de árvores para fazer pastagens, na quantidade de água que se utiliza. E se for pensar em nutrição, não é legal mesmo! Carne vermelha é super difícil de digerir (isso não precisa ser gênio para descobrir), e a vaquinha que você come não necessariamente se alimenta de matinho. Come sal, come ração, toma vacina pesada! E também não é essencial à vida comer carne, isso já foi comprovado por um zilhão de estudos e por um batalhão de vegetariano que tá aí, vivinho da silva!

Então o que fazer? Viver nessa dúvida, comendo com culpa?

Não, né, gente! O que se faz é reduzir, reduzir até acabar de vez! Cortar de uma vez um hábito é complicado, doloroso. Mas ir cortando aos pouquinhos é salutar! O seu impacto diminui, sua saúde melhora! Melhora mesmo! Não é inteiramente certo esse papinho que a proteína da carne é essencial para a sobrevivência humana! Duvida? Então leia isso aqui. E isso aqui também, já que não acredita em mim! Mas mesmo assim, você vai encontrar um monte de argumento contra retirar a carne inteiramente do seu cardápio. Então que tal ser vegetariano meio-período?

Fonte: Folha de S Paulo.

Fonte: Folha de S Paulo.

Eu posso contar minha história? Quando morava nos EUA, e em Cuiabá, comer carne era bem normal na minha vida. Comia peixe muuuuuuito de vez em quando. Aos poucos, morando em Floripa, comecei a apreciar um peixinho, frutos do mar, pratos com frango. E a vida foi ficando mais leve, mais natural e não dava mais para colocar a carne nesse meio. Não vou a uma churrascaria há pelo menos três anos. A última vez que fui, passei mal por dois dias. Simplesmente não vale mais a pena. Depois da desintoxicação ayurveda que eu fiz, comer carne ficou muito complicado. Já tentei, de leve, mas não dá. Passo mal, não digere e isso leva a engordar e perder a saúde que conquistei a duras penas. Então, agora ouça a minha proposta:

Não peço que você vire vegetariano. Que corte de vez a carne (especialmente a carne bovina) da sua vida. Só peço que por um dia na semana você não coma nenhum produto animal. Faça isso por você, pelos animais e pelo meio ambiente. Vale a pena tentar!

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Âncora Sandubar

Rio Tavares, Florianópolis, Brasil

O Cardamomo é uma sementinha aromática muito utilizada na culinária indiana, que além de dar um sabor especial aos pratos doces, possui propriedades terapêuticas que auxiliam na digestão, aumenta ojas (imunidade) e favorece o rejuvenescimento, experimente!

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